Educação Ambiental na EEEFM "Rio Caeté" BRAGANÇA - PA

" EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA RIO CAETÉ "
( BRAGANÇA - PARÁ - BRASIL )

10 novembro 2010

“AMBIENTALISTAS RIO CAETÉ EM AÇÃO AMBIENTAL”

A turma 202 do turno da manhã, vem desenvolvendo o projeto: “Ambientalistas Rio Caeté”, deste o ano de 2009, quando deu início a uma série de palestras de sensibilização com as causas ambientais tanto nas diversas turmas da Escola Rio Caeté, como nas Escolas de Ensino Fundamental de 1ª a 4ª que estão inseridas na vizinhança.
Ressaltando que a preocupação da turma do projeto: “Ambientalistas Rio Caeté” em fazer palestras nas escolas vizinhas surgiu quando percebemos que os alunos que eram matriculados na 5ª série do Ensino Fundamental na Escola Rio Caeté, chegavam com maus hábitos, como: jogar papel e chiclete no chão, além de riscar as paredes e destruir carteiras e os demais bens públicos.Então a idéia das palestras nas escolas vizinhas objetivam sensibilizar estes alunos com as causas ambientais e a preservação do patrimônio público, pois estes alunos quando terminarem a 4ª série, serão futuros alunos de nossa escola.
Escola escolhida para esta série de palestras foi a Escola Centro Educacional Coração de Jesus, que fica na Travessa Coração de Jesus, bairro do Taíra, a qual nos acolheu muito bem e as palestras do dia 20.09.2010, foram um sucesso...Segue as fotos das diversas equipes nas salas com os alunos da referida Escola.








“ BOM DEMAIS DESFRUTAR DA NATUREZA”

Os alunos da 8ª série (802) da manhã da Escola Rio Caeté, promoveram um passeio para o “Sítio Água Fria” no dia 19.10.2010 e tiveram como acompanhante a professora: Kátia Regina Corrêa Santos. Os participantes deste passeio foram de bicicleta, já curtindo os momentos especiais no percurso até o sítio, como: contemplar o Rio Caeté na ponte do Sapucaia; a vista da cidade de Bragança da ponte; o florir das árvores de “Ipê” na estrada; muitos mergulhos no rio; um almoço delicioso ... pura diversão! ...Segue algumas fotos deste momento ímpar...





28 outubro 2010

"SEMINÁRIO E OFICINA DA COM - VIDAS/AGENDA 21"




Representantes  dos  alunos,  professores   e  técnicos  pedagógicos  da
Escola Rio Caeté  no  Seminário e na Oficina do Projeto Vamos Cuidar
do Pará  com  as  Escolas: Formação de  COM -VIDAS/AGENDA 21
realizado no I.S.T.em Bragança nos dias  02 e 03 de setembro de 2010.
O Seminário e a Oficina visam dar continuidade aos processos formati-
vos em Educação Ambiental do Projeto Vamos Cuidar do Pará com as
Escolas:formação de COM-VIDAS/AGENDA 21, que são ações com
objetivo de formar  comissões de meio ambiente e qualidade de vida na
escolas  COM-VIDAS, e construir a agenda 21 escolar, através da for-
mação de lideranças das juventudes comprometidas com a sustentabili-
dade do planeta; do fortalecimento das ações  de  juventude  em  nosso
Estado, mitigando os processos de segregação social; fortalecimento do
perfil de autonomia e aprimorar a interação da escola nas comunidades;
da facilitação, junto aos educadores,  das  práticas  transdisciplinares da
educação ambiental nas  escolas,  e ainda, da realização do 1º Encontro
Estadual de COM-VIDAS. O Seminário e a Oficina fazem parte deste
projeto que vem sendo construído de forma participativa e democrática
em resposta  as  demandas   da I Conferência Estadual Infanto-Juvenil
pelo Meio Ambiente, realizada em  2008.Observando que  só puderam
participar do Seminário  e da Oficina  as  Escolas  que participaram da
I Conferência Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente.

Obs:Informações e foto extraídas do Blog: http://comvidasriocaete.blogspot.com/

07 outubro 2010

“O MISTÉRIO DAS ÁGUAS”



Foto Extraída do site: novomilenio.inf.br

“O MISTÉRIO DAS ÁGUAS”

O nome do nosso planeta
não deveria ser terra,
mas sim: “Planeta Água”,
pois existe no planeta
mais água do que terra.

Esta quantidade de água,
que representa 70% do planeta,
parece esconder um mistério,
o grande mistério das águas:
“o mistério da vida do planeta".

E esta vida do nosso planeta,
gira em torno das águas,
desde a germinação na terra,
os animais, a energia elétrica,
 precisam do poder das águas.

E até o próprio corpo humano
é constituído de bastante água,
e o mais surpreendente,
necessita para sobreviver,
deste mistério das águas.

Mistério que esconde mistério,
pois quem criou este líquido,
tão poderoso e tão divino?
se não alguém também,
tão poderoso e tão divino!

Como moradores deste planeta,
é nossa responsabilidade e missão,
preservar, proteger, defender,
a vida presente e garantir,
o futuro da próxima geração.

Autora: Kátia Regina Corrêa Santos – Escrito em: 02.10.2010

OBS: Quero dedicar este ensaio poético ao meu amigo apaixonado por geografia e defensor das causas ambientais:
Professor Tarcísio Oliveira da Costa - http://geografobragantino.blogspot.com/

03 setembro 2010

Um Defensor da Natureza

Publicamos a seguir um texto extraído do blog do prof. Tarcísio, em que faz uma crítica as responsabilidades ambientais dialogando com a pesquisadora Maria do Carmo Carvalho.

CARVALHO, Maria do Carmo Naif. O meio ambiente e a sociedade, in: Gestão de pessoas. Rio de janeiro. SENAC Nacional, 2004.p 65-72.


Embarcação ribeirinha na Amazônia
O meio ambiente e a sociedade apresentados por Carvalho (2004) nos trás uma discussão a cerca da problemática ambiental enfrentada atualmente, cujas bases se estendem por diversos campos sociais, “político, histórico, ecológico, econômico, psicológico e religioso” (p.65).
Para nos instigar sobre os aspectos a que a autora aborda em seu trabalho, a princípio nos remete a algumas questões atuais sobre o ambiente e segue com indagações que nos forçam a pensar sobre o ambiente em que nos inserimos atualmente, pelas mudanças que a terra e as espécies passaram, novas surgiram e muitas desapareceram.
A autora trata o ambiente como um sistema cíclico, que, no entanto está passível de sofrer alterações de acordo com o equilíbrio social, sobretudo do sistema político, omisso e imoral ante suas responsabilidades segundo ela.
Nos mostra o que fazemos e atitudes que frequentemente tomamos sem pensar em gravidades e implicações resultantes, evidenciando desta forma o homem como parte do ambiente. O que ao ambiente for causado enquanto dano resultará em conseqüência ao homem, uma vez sendo estes indissociáveis.
Segundo a autora “ao introduzir elementos da comunicação e da técnica, nossa espécie transcendeu a evolução biológica natural” (p.66), fato que impõe sobre o que seja feito pelo homem ponha em risco a vida na terra. Um princípio de ação e reação, em que toda ação humana danosa a terra terá em conseqüência uma reação da terra sobre a vida humana e também outras, uma vez sendo todos interdependentes.
A responsabilidade em resgatar o equilíbrio é tratada como de cada um. Todos devem rever seus conceitos, crenças, atitudes e hábitos de consumo, assim fazendo um esforço para compensar os problemas que causamos.
Alguns problemas tal como o da população mundial, tratada como sendo conseqüência da pobreza, devem ser sanados. Segundo a autora a partir da redução da pobreza, vista por ela como fator agravante, aliado ao aumento constante do endividamento dos países do hemisfério sul faz com que se perpetue uma pressão sobre os recursos.
É preciso antes de tudo uma mudança que ainda não se concretizou para muitos de nossos governantes, e, sobretudo uma conscientização para que possamos garantir a manutenção de futuras gerações e da terra como um todo. Para isso a autora finaliza deixando três princípios necessários para se adotar uma cultura ecológica.
O primeiro, a interdependência, trata dos processos vivos relacionados e por isso uma sociedade consciente disso é necessária. O segundo, da natureza cíclica em que não há uma entropia, diferente da ação humana que gera uma entropia, um desperdício de biomassa, segundo ela ”o maior conflito entre a economia e a ecologia reside no fato de a natureza ser cíclica e a indústria linear” (p.71). O terceiro princípio é o da cooperação, em que cada um pode ser capaz de compreender a necessidade do outro e por isso mesmo ser consciente de sua responsabilidade com a natureza.
Penso que as atitudes hoje preponderantes são fruto de uma ideologia desenvolvimentista, mais econômica que social. Ótica que pôs a natureza em risco por acreditar a principio que os recursos eram infinitos.
Os recursos são tão finitos quanto a vida humana, pois ambos estão interligados, o fim de um resultará na extinção do outro, resultado de uma força de ação e reação como já salientado. Entretanto é preciso refletir sobre as responsabilidades perante a natureza, deixar responsabilidades iguais para ações impactantes diferentes sobre a natureza é em grande parte prejudicar alguns e beneficiar outros. Pergunta-se então, todos temos as mesmas responsabilidades com a natureza? Certamente que sim, mas quando se fala em culpas iguais a resposta que daria seria, claro que não!
Pensemos, por exemplo, na ação de uma indústria pesqueira que atua em um determinado local e distribui sua mercadoria para ser vendida no mundo inteiro. A pressão sobre a natureza local e os danos causados pela indústria são evidentes, agora se pegássemos com exemplo um ribeirinho amazônico que extrai da floresta algum tipo de madeira, palha e outros para construir sua humilde moradia, um dia após o outro retira dos rios e de algumas palmeiras, como o açaizeiro, o seu alimento e pequeno excedente para ser comercializado na cidade para suprir necessidade de outros produtos, será que ambos tem a mesma culpa sobre os problemas que afetam o planeta? Penso que não. Quem deve ser desse modo conscientizado sobre ações de preservação do meio ambiente, ambos?
Utilizando o mesmo exemplo da autora sobre o garoto que salvava as estrelas – do - mar, uma após a outra, evidenciando a responsabilidade de cada um questiono: quantas estrelas do mar a indústria deve salvar? E quantas o ribeirinho? É certo que todos devemos ter responsabilidades, porém em proporções diferentes, pois para salvar “as estrelas do mar” digamos que prejudicadas por um ribeirinho se demandaria a mesma ação que para salvar as prejudicadas pela indústria, porém em menor tempo e com menos esforço. Dar responsabilidades iguais para intensidades diferentes de ações favorece para que alguns lucrem e outros levem culpa.
É certo que danos que acontecem em uma parte do mundo afetam o mundo inteiro, mas será moral ou ético um habitante da África racionalizar água porque esta falta em seu espaço, sobretudo devido a mudanças no clima provocadas pelo aquecimento global, decorrentes de emissões de gases principalmente pelos países ricos, enquanto um americano usa até dez vezes mais água do que necessita, sendo eles responsáveis pelo que acomete a população africana? É uma necessidade de sobrevivência que impõe os africanos racionalizar a água, não uma responsabilidade proporcional ao dano que causam.
Creio que a numerosidade da população no países pobres não seja um fator que se sobressaia quando nos referimos a danos ao ambiente como propõe a autora. Se fizermos isso estaremos voltando ao século XIX com a teoria dos pricípios da população do inglês Thomas Robert Malthus. A pobreza e a população não são responsáveis pelo que acomete ao ambiente, basta tomar como exemplo a China com sua gigantesca população de 1,3 bilhões de pessoas, é o país que mais tem usuários de bicicletas.Comparando o padrão de vida dos EUA em que quase toda família tem entre 1 e 3 carros, não tem nem 1/5 da população da China e é responsável pela maior parte das emissões de gases danosos ao ambiente no mundo, veremos neste exemplo que ter uma população numerosa não é o problema, o problema está nos hábitos, no modo de vida. Devemos sim nos preocupar, mas se a população dos países pobres adquirirem o mesmo poder de consumo dos países ricos, e parece ser isso que a indústria quer buscar, consumidores em potencial.
Assim, devemos nos conscientizar, mas para saber o papel de cada um e poder questionar e impedir aqueles que agridem e ameaçam o ambiente.

12 julho 2010

Estudo permite a identificação da fonte de contaminação da água

Uma pesquisa, desenvolvida pela pesquisadora Camila Carlos, autora da dissertação “Identificação de marcadores moleculares hospedeiro-específicos de Escherichia coli de águas superficiais do Estado de São Paulo”, apresentada no Instituto de Biologia, IB, da Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, permite a identificação da fonte de contaminação fecal na água.
Segundo a pesquisadora, quando se conhece a fonte de contaminação, medidas mais efetivas podem ser tomadas, para a remediação das águas superficiais. Ela conseguiu obter marcadores moleculares que possibilitam a diferenciação dos coliformes. É possível saber se a contaminação acontece por fezes de humanos, gado, porcos, aves ou outras espécies.
A partir da descoberta outros pesquisadores poderão implantar a técnica para o rastreamento das fontes. De acordo com Camila, é difícil encontrar os marcadores para cada animal, mas é possível se a avaliação for feita a partir de caracteres fenotípicos. “Eles se mostraram mais eficientes que os genotípicos neste caso. Isso pode ser porque as características genotípicas podem variar mais que as fenotípicas”, explicou.
As diferenças foram observadas, a partir da avaliação fenotípica, pelas características geradas pelo sistema digestivo dos animais, que estão associadas aos hábitos alimentares. “Esse método é importante para estudos futuros, nos quais se pretende conhecer a fonte contaminadora. Por exemplo, em amostras coletadas perto de área rural, encontramos mais coliformes de animais”, afirmou a pesquisadora.
A identificação da fonte  facilita a avaliação dos riscos de contaminação e responsabilização de despejos clandestinos. “Quando se tem um reservatório de água muito grande e rodeado por muitos empreendimentos e é observada uma contaminação fecal maior que a permitida, essa abordagem permite a identificação da fonte, possivelmente clandestina, de contaminação fecal”, concluiu.
*Com informações da Unicamp.

11 julho 2010

Emissão Veicular


O Brasil, como todo país em desenvolvimento, apresenta um crescimento explosivo de suas regiões metropolitanas. 



Só o estado de São Paulo enfrenta uma situação particularmente preocupante por deter cerca de 40% da frota automotiva do país. Segundo dados da PRODESP, a frota motorizada no Estado de São Paulo, em dezembro de 2007, é de aproximadamente 16,9 milhões de veículos. A frota da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) representa cerca de 8,5 milhões de veículos. A frota de veículos do ciclo Diesel (caminhões, ônibus, microônibus, caminhonetes e vans), no Estado de São Paulo, é composta por 1.077 mil veículos e na RMSP por 457,6 mil veículos.

Nas áreas metropolitanas, o problema da poluição do ar tem-se constituído numa das mais graves ameaças à qualidade de vida de seus habitantes. As emissões causadas por veículos carregam diversas substâncias tóxicas que, em contato com o sistema respiratório, podem produzir vários efeitos negativos sobre a saúde. Essa emissão é composta de gases como: monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx), hidrocarbonetos (HC), óxidos de enxofre (SOx), material particulado (MP), etc.

O monóxido de carbono (CO) é uma substância inodora, insípida e incolor - atua no sangue reduzindo sua oxigenação.

Os óxidos de nitrogênio (NOx) são uma combinação de nitrogênio e oxigênio que se formam em razão da alta temperatura na câmara de combustão - participa na formação de dióxido de nitrogênio e na formação do "smog" fotoquímico.

Os hidrocarbonetos (HC) são combustíveis não queimados ou parcialmente queimados que é expelido pelo motor - alguns tipos de hidrocarbonetos reagem na atmosfera promovendo a formação do "smog" fotoquímico.

A fuligem (partículas sólidas e líquidas), sob a denominação geral de material particulado (MP), devido ao seu pequeno tamanho, mantém-se suspensa na atmosfera e pode penetrar nas defesas do organismo, atingir os alvéolos pulmonares e ocasionar:

• mal estar;
• irritação dos olhos, garganta, pele etc.;
• dor de cabeça, enjôo;
• bronquite;
• asma;
• câncer de pulmão.

Outro fator a ser considerado é que essas emissões causam grande incômodo aos pedestres próximos às vias de tráfego. No caso da fuligem (fumaça preta), a coloração intensa e o profundo mau cheiro das emissões causam de imediato uma atitude de repulsa e pode ainda ocasionar diminuição da segurança e aumento de acidentes de trânsito pela redução da visibilidade.
Cetesb (http://www.cetesb.sp.gov.br/Ar/emissoes/introducao2.asp)

10 julho 2010

Ozônio - O3


O ozônio é um gás composto por três átomos de oxigênio, invisível, com cheiro marcante e altamente reativo.


Quando presente nas altas camadas da atmosfera (estratosfera) nos protege dos raios ultravioletas do sol. Quando formado próximo ao solo (troposfera) comporta-se como poluente tóxico. É o principal representante do grupo de poluentes designados genericamente por oxidantes fotoquímicos, sendo formado pela reação dos hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio presentes no ar, sob ação da radiação solar. Pode causar irritação dos olhos e redução da capacidade pulmonar. Agravar doenças respiratórias, diminuir a resistência contra infecções e ser responsável por disfunções pulmonares, como a asma. O ozônio interfere na fotossíntese e causa danos às obras de arte e estruturas metálicas.

Portal do Meio Ambiente – PR (http://www.meioambiente.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=75.

09 julho 2010

Férias e turismo podem ser ecologicamente corretos

A Região Norte é a maior das regiões brasileiras e abriga a gigantesca Floresta Amazônica.

qq

 A Região Norte é a maior das regiões brasileiras e abriga a gigantesca Floresta Amazônica. Por ser uma das últimas grandes reservas de recursos naturais - são 3,3 milhões de quilômetros quadrados, só no Brasil - e o local mais rico em biodiversidade do planeta, a Amazônia tem uma vocação natural para o Ecoturismo, atraindo pessoas de todo o mundo. A atividade vem despontando como uma das melhores alternativas econômicas para a região e já apresenta projetos bem-sucedidos que unem ONGs, comunidades locais e iniciativa privada. O grande desafio, no entanto, é explorar esse potencial, gerando emprego e renda, sem destruir a floresta.
Formada pelos estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Tocantins, Amapá e Roraima, a região é habitada por comunidades indígenas, caboclas, ribeirinhas, extrativistas e negras remanescentes de quilombos, além das populações que vivem nas cidades. Sua paisagem, em muitos pontos ainda selvagem e preservada, é caracterizada por uma imensa rede hídrica, que converge para o Rio Amazonas, e por uma formidável concentração e diversificação da flora, num clima quente e úmido. Na Amazônia, o difícil acesso e as longas distâncias encarecem tanto produtos quanto serviços para os visitantes. Por isso, há mais turistas estrangeiros do que brasileiros na região.

Mas todo o investimento vale a pena quando se chega a recantos belíssimos como Mamirauá, a primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Brasil. Localizada no município de Tefé (AM) e com uma área de 1.124.000 hectares, a reserva é um exemplo de como é possível conciliar visitação com preservação do ecossistema, pesquisa científica e aumento de renda para a população local. A reserva é uma das unidades internacionalmente protegidas pelas Convenção Ramsar, que agrupa áreas alagadas de interesse mundial. Mamirauá faz parte do maior corredor ecológico brasileiro, juntamente com a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Amanã e o Parque Nacional do Jaú, no estado do Amazonas. Somados, esses santuários da vida silvestre cobrem uma área de 5,74 milhões de hectares.

O Parque Nacional do Jaú, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade, é o maior parque brasileiro e é banhado pelas águas do Rio Jaú, que possui diversas cachoeiras e praias nas margens. Próxima ao Jaú está a Estação Ecológica de Anavilhanas, formada por 400 ilhas em pleno Rio Negro.

qq

Manaus é uma das grandes portas para o ecoturismo na Amazônia. Com aproximadamente 1,5 milhão de habitantes, a cidade é cercada pela floresta. Na cidade de Presidente Figueiredo situa-se a Área de Proteção Ambiental (APA) do Urubuí, que conta com uma boa infra-estrutura, guarda muitas espécies ameaçadas de extinção.
O estado do Pará é outro destino ecoturístico na Amazônia: conta com 16 unidades de conservação, tendo como pontos centrais os pólos ecoturísticos de Belém/Santarém e o Tapajós. O Parque Nacional da Amazônia, por exemplo, guarda uma boa amostra da rica diversidade da floresta. Já a Floresta Nacional do Tapajós conta com árvores que atingem de 30 a 50 metros de altura. A grandiosidade da Amazônia faz com que alguns parques sejam pouco visitados por causa do difícil acesso.

As informações são do portal ambientebrasil.com.br

02 julho 2010

10 dicas para cuidar do planeta

1. ECONOMIZE ÁGUA
Não deixe a torneira aberta mais tempo que o necessário e conserte vazamentos rapidamente. Uma úni­ca torneira pingando pouco mais de uma gota por segundo pode desper­diçar, em um dia, 46 litros de água. Troque a descarga do vaso sanitário por um modelo de 6 litros ou, melhor ainda, pela de botão duplo, um para líquido e outro para sólido. Ambas estão disponíveis no mercado. O cus­to da troca é compensado pela eco­nomia de água, já que as descargas convencionais gastam, em média, 13 litros a cada uso. Outra alternativa é colocar, dentro da caixa de descarga, duas garrafas plásticas de refrige­rante de 2 litros com areia dentro. A medida diminui em 4 litros o con­sumo de água a cada uso. Construa cisternas para armazenar a água da chuva. Depois, use-a para molhar as plantas e lavar o quintal. A água do último enxágüe da máquina de lavar roupa também pode ser usada para regar as plantas - os resíduos de sabão funcionam como adubo. Se tiver piscina em casa, mantenha-a coberta. Em regiões quentes, a eva­poração pelo calor pode causar per­da de até 3 centímetros de água em uma semana. Em uma piscina de 50 metros quadrados de superfície, isso equivale a 1.500 litros por semana.

2 PREFIRA PRODUTOS BIODEGRADÁVEIS
Varios produtos de limpeza e higiene contêm substâncias químicas tóxi­cas. Algumas demoram a se degra­dar no meio ambiente. Substituaprodutos de limpeza à base de cloro por vinagre (para desengordurar) e bicarbonato de sódio (para limpar pias e vasos sanitários). Xampus e detergentes para louça costumam conter fosfato, nutriente que provo­ca crescimento acelerado de algas em rios e lagos. As algas consomem o oxigênio da água e causam mor­tandade de peixes

3. PROCURE ALIMENTOS ORGÂNICOS
O consumo de produtos orgânicos beneficia, em primeiro lugar, a saúde. Esses alimentos não têm antibióticos, pesticidas ou me­tais pesados. Os orgânicos promovem também a melhoria ambiental, pois são produzidos sem o acréscimo de aditivos químicos ou pesticidas ao solo. Eles tam­bém respeitam as diferentes épocas de safra - ao contrário das grandes monocul­turas, cultivadas o ano inteiro à custa de agrotóxicos e prejuízo à biodiversidade. A dieta das sociedades modernas limita-se a cerca de cem espécies (com predominân­cia de trigo, arroz, milho e batata). Essa falta de diversidade incentiva a monocul­tura e o desmatamento. Mas existem 75 mil espécies que podem ser incluídas no cardápio. Prefira produtos nativos, pro­duzidos na região onde você mora. Se os orgânicos forem caros demais, inclua pelo menos alguns produtos sem agrotóxico nas compras. É uma maneira de incenti­var a produção e, no longo prazo, tornar os orgânicos mais baratos.


4. CONSUMA MENOS CARNE
A pecuária bovina é a maior responsável pelo desmatamento no Brasil. Além disso, a produção de suínos e aves consome grande parte da produção de grãos, o que pressiona as florestas. A suinocultura também é responsável pela contaminação de rios, lagos e represas. Um porco produz dejetos equivalentes aos de oito seres humanos. Boa parte dos peixes e produtos marinhos é capturada por meio de técnicas predatórias, como arrastão, e 30% do que vem na rede é jogado fora depois

5. NÃO CRIE ANIMAIS. SILVESTRES
Ter espécie nativa é,em primeiro lugar, cri­me previsto em lei. Contribui para a extinção daquela espécie na natureza. Antes de chegar às lojas e feiras, os animais silvestres quase sempre são maltratados. Segundo a ONG Renc­tas, a Rede Nacional Contra o Tráfico de Animais Silvestres, 38 milhões deexemplares nativos são retirados da natureza por ano no Brasil. Só um em cada dez é vendido. Os outros morrem no caminho. Se a vontade de possuir um animal silvestre for incontrolável, procure um de origem legal, prove­niente de criadouro comercial regis­trado no Ibama. Isso vale, inclusive, para peixes ornamentais. Quase tão grave quanto manter um animal sil­vestre é soltá-lo de volta à natureza sem o acompanhamento de especia­listas. Se não morrer, o animal pode interferir em uma cadeia alimentar estável, causando danos à biodiver­sidade. Um exemplo são os iguanas que foram soltos na Serra do Mar (Estado de São Paulo) e hoje compe­tem com os predadores nativos. Não compre plantas nativas como orquíde­as, bromélias, xaxins e palmitos sem certificado de origem. São espécies ameaçadas de extinção e só podem ser vendidas se forem cultivadas com essa finalidade.

6. CULTIVE ÁREAS VERDES
Cultive gramados e jardins mantendo pa­ vimentado apenas o que for indispensável. A infiltração no solo verde faz a água chegar mais lentamente a rios, córregos e repre­sas, e isso reduz as enchentes. Se o jardim não for suspenso e estiver em contato direto com o solo, ele ajuda também a captar água para o lençol freático. Caso a impermeabilização por pavimento concreto seja inevi­tável, ela pode ser minimizada com a construção de .. minipiscinões", ou reservatórios que armazenam água e a liberam aos poucos. A água pode ser usada também no jardim e na limpe­za. A falta de áreas verdes é uma dasmaiores responsáveis pelas ilhas de calor nas cidades. No município de São Paulo, a diferença de tempera­tura entre as áreas rurais e as menos arborizadas chega a 10 graus Celsius. Estudos associam as ilhas de calor à maior intensidade das chuvas: a pre­cipitação fica concentrada e forte, e isso favorece as enchentes. Além de oferecer conforto térmico, a vegetação urbana valoriza os imóveis e atrai a fauna, sobretudo pássaros. As árvores nativas servem de alimento e abrigo para os animais da região.

7. DIMINUA O USO DE EMBALAGENS
Racionaliza o uso de sacolas plásticas em lojas e supermercados. Não leve três sacolas se uma for suficiente. Melhor ainda é ir às compras le­vando uma sacola de casa. Outra opção é pedir caixas de papelão, material mais ecológico. Preste atenção à composição das embala­gens. O aperfeiçoamento das téc­nicas de conservação de produtos fez com que novos materiais, como papéis plastificados, ficassem mais populares e eficientes. Mas essas misturas de material dificultam tanto a degradação natural como a reciclagem. Comprar produtos a granel é outra maneira de diminuir o consumo de embalagens. Se hou­ver a opção, escolha a embalagem mais fácil de reciclar. Em ordem de preferência: papel e papelão, vidro, lata e, por último, plástico.

8. LEIA OS RÓTULOS COM ATENÇÃO
Além de listar os ingre­dientes e a data de validade, o rótulo traz a procedência. Quanto mais distan­te for o local de origem do produto, mais transporte, mais combustível e mais em­balagens foram necessários. Veja se ele tem certificação de qualidade, como a do Inrnetro. Produtos de origem florestal devem ter selo do Ibama ou do Conselho de Manejo florestal (braço brasileiro da organização americana Forest Stewar­dship Council, ou FSC). Produtos agrí­colas devem ser certificados pela Rede de Agricultura Sustentável (RAS). Os rótulos devem avisar se o produto e a embalagem são recicláveis ou se já são reciclados. Essa informação tem de estar clara, para que o conswnidor não com­pre o produto achando que é reciclável, quando isso vale só para a embalagem.

9. EVITE PRODUTOS DESCARTÁVEIS
Imagine a quantidade de plástico consumida por uma pessoa que toma dois cafés e dois copos de água por dia em copos descartaveis. Em um ano, são 1.460 copos. Man­tenha uma caneca no escritório para uso individual. Cada mulher usa, ao longo da vida, cerca de 10 mil absorventes descar­táveis. Apenas nos Estados Unidos são jogados fora 12 bilhões de absorventes e 7 bilhões de tampões por ano. Já existem no mercado opções recicláveis.

10. ECONOMIZE ENERGIA
Além de consu­mir 75% menos energia, elas duram de seis a dez vezes mais que as incandescentes. Cuidado, no entan­to, na hora do manuseio e descarte: algumas lâmpadas fluorescentes con­têm metais pesados, sobretudo o mer­cúrio metálico. Prefira as nacionais às chinesas, que não seguem as mesmas restrições a esse respeito. Use melhor a luz do sol, abrindo janelas, cortinas e persianas. Pinte as paredes internas com cores claras, que refletem a luz. O mais importante é manter o teto branco. Apague as lâmpadas de ambientes de­socupados. Use iluminação dirigida (de spots) para leitura e trabalhos manuais. Desligue da tomada equipamentos elétricos que não estiverem em uso, como TV, aparelho de som, forno de microondas. Mais de 60% das ha­bitações brasileiras usam o chuveiro elétrico. Considere a possibilidade de trocar por gás. Se puder, instale ener­gia solar. Os preços podem chegar a R$ 8 mil para a casa de uma família com seis pessoas, incluindo coletores, equi­pamentos hidráulicos e mão-de-obra. Mas a energia solar oferece economia de até 35% no consumo elétrico e qua­se não exige manutenção. Com isso, o investimento pode ser recuperado em poucos anos.

01 julho 2010

“VISÃO TEOLÓGICA DAS QUESTÕES AMBIENTAIS”

   
     A Visão Teológica das Questões Ambientais, está amparada na idéia primordial que todo o conjunto da vida do planeta terra e do universo inteiro é criação de um grande artista: Deus.E como toda obra de arte, a natureza precisa ser respeitada pelo menos por consideração ao artista que a criou.Quero ilustrar com uma pequena estória este tema, para uma melhor compreensão  e reflexão sobre a nossa postura e compromisso com questões tão sérias que dizem respeito a própria sobrevivência  humana:
        “Imaginemos um artista que pintou um belo quadro e deu de presente a um grande amigo. E este por sua vez colocou este quadro no melhor lugar de sua sala para ele e seus visitantes o contemplarem. Mas depois de uma pequena briga com seu amigo artista, por vingança destrói o quadro a facadas e o joga fora. Dias depois os dois refazem a amizade e em uma de suas visitas o autor do quadro pergunta ao seu  melhor amigo: Cadê o quadro que lhe dei de presente? Constrangido, envergonhado e triste ele responde que o destruiu por causa da briga. E o artista que fez o quadro decepcionado lhe diz: Que o quadro tinha sido a melhor obra que ele havia pintado, porque o fez pensando nos anos de amizade que os transformaram em irmãos.E os dois choraram abraçados...”
         E a partir desta pequena estória, podemos refletir que talvez uma das motivações que podem nos levar a um compromisso ambiental seja esta idéia: “Que cuidando, valorizando e preservando a natureza, estamos cuidando deste valioso presente que Deus nos deu”.Para concluir, quero presentear aqueles que abraçaram as causas ambientais com este pequeno ensaio poético:











 “OBRIGADA”

Quando contemplo
a beleza da natureza
vejo a grandeza da
Sabedoria de Deus.

Quando contemplo
os diversos tons
de verdes das matas
vejo tamanha
criatividade de Deus.

Quando contemplo
uma linda flor
vejo a imensidão
do amor de Deus.

O amor que gera a vida,
o amor que é criatividade,
o amor que é o mistério
da Trindade.

Quando contemplo
a beleza da natureza,
sinto o desejo de bater palmas
e dizer ao grande artista: Deus
parabéns ...
porém eu digo apenas:
obrigada...

Autora: Kátia Regina Corrêa Santos 
Escrito em: 12.02.1992

Inscrições Abertas para o Programa Jovens Embaixadores

As inscriçoes vao ate 05 de agosto de 2010.
 
O Programa Jovens Embaixadores é uma iniciativa de responsabilidade social da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. O principal objetivo do programa é valorizar e promover o fortalecimento da educação pública por meio desses jovens, transformando-os em modelos para seus colegas e a comunidade.
Os vencedores desse concurso viajam em janeiro para um programa de três semanas nos Estados Unidos. Durante a primeira semana, visitam a capital do país, seus principais monumentos, participam de reuniões em organizações dos setores público e privado, visitam escolas e projetos sociais e participam em um curso sobre protagonismo juvenil. Após essa primeira semana em Washington, os participantes são divididos em sub-grupos e cada um viaja para um estado diferente nos EUA. Lá, são hospedados por uma família americana, assistem aulas em escolas publicas dos EUA e interagem com jovens da sua idade, participam em atividades culturais e de responsabilidade social na comunidade e fazem apresentações sobre o Brasil.
A experiência de ser um Jovem Embaixador oferece a esses excelentes estudantes a oportunidade de expandirem seus horizontes ao mesmo tempo em que nos ajudam a fortalecer os laços de amizade, respeito e colaboração entre o Brasil e os Estados Unidos.

Para participar do Programa Jovens Embaixadores, os candidatos devem: 
  • Ter entre 15 e 18 anos (até a data da viagem);
  • Ter boa fluência oral e escrita em inglês;
  • Ser aluno do ensino médio na rede pública;
  • Pertencer à camada sócio-econômica menos favorecida;
  • Ter excelente desempenho escolar;
  • Ter perfil de liderança, iniciativa e boa desenvoltura oral;
  • Estar engajado por, pelo menos, um ano em atividades de responsabilidade social / voluntariado
  Esse projeto social pode estar relacionado `a qualquer `area de atuacao, desde que o jovem seja voluntario e tenha impacto na comunidade, por exemplo, projetos de danca, musica, promocao da cultura, projetos ambientais, na igreja, esportivo... etc.

O British Council abre inscrições para o programa Climate Generation

O British Council abre inscrições para o programa Climate Generation 100 jovens ativistas da América Latina e Caribe serão selecionados,sendo 25 do Brasil.

 O British Council, a organização internacional do Reino Unido para oportunidades educacionais e relações culturais, está com inscrições abertas até 8 de julho de 2010 para o programa  Climate Generation.

O programa Climate Generation convida jovens ativistas, de 16 a 35 anos de idade, a fazer parte de sua rede internacional de Climate Champions, que reúne jovens de todo o mundo que compartilham o  interesse pela busca de soluções sustentáveis para os impactos das mudanças climáticas.

Como Climate Champions, os participantes do programa têm acesso ao conhecimento necessário para promover o debate sobre o tema em suas  comunidades e elaborar projetos de adaptação e mitigação das mudanças climáticas. Também têm a oportunidade de solicitar apoio financeiro para seus projetos e candidatarem-se para participar de eventos nacionais e internacionais, como por exemplo, a conferência das Nações  Unidas sobre o clima, COP16, que, em 2010, será realizada no México.


"A América Latina é uma das regiões mais preocupadas com as mudanças climáticas. Os jovens têm um grande interesse no futuro e representam os líderes do amanhã, mas necessitam dos recursos, conhecimento e
oportunidades para desempenhar este papel. Através de nosso programa Climate Generation, oferecemos aos jovens a capacitação em habilidades de comunicação e negociação que podem ajudá-los a colocar seus
projetos em prática e a disseminar as preocupações de sua geração"  comentou Huw Jones, Diretor do Programa Climate Generation para a América Latina.

Para participar, os candidatos devem ter entre 16 e 35 anos e estar  engajados ativamente em algum projeto para combater as alterações climáticas. Ainda deverão fazer o upload de um vídeo no Youtube, preencher um formulário de inscrição e anexar duas cartas de referência que recomendem seu compromisso e entusiasmo com a busca de  soluções para as mudanças climáticas.

No Brasil, o programa Climate Generation é realizado em parceria com a Escola Parque <http://www.escolaparque.g12.br/> , uma renomada  instituição educacional, com forte compromisso com a responsabilidade socioambiental em todos os projetos em que atua.

Para mais informações sobre o projeto e como participar, acesse:
www.britishcouncil.org/BR/brasil-climate-generation
<http://www.britishcouncil.org/BR/brasil-climate-generation.htm> . O
prazo para recebimento das inscrições é 08 de julho de 2010.
Sobre o British Council:

O British Council é a organização internacional do Reino Unido parapromover oportunidades educacionais e relações culturais. Busca estabelecer a troca de experiências e fortalecer laços que resulte em  benefícios mútuos entre o Reino Unido e os países onde está presente, atuando em: Educação, Língua Inglesa, Ciências, Esportes, Arte e Mudanças Climáticas. O British Council é uma organização não-governamental com 75 anos de história e presente em mais de 100 países.

30 junho 2010

Atitude 10!!!


Andando pelos corredores da escola encontramos alguns alunos que utilizam material renovável no seu grande "aparato" educacional. Contribuindo com o meio ambiente e aderindo a idéias como a da Góoc, resolvemos publicar a foto de um de nossos alunos com uma mochila feita a partir de lona reciclada.

27 junho 2010

Educação Ambiental no Mundo Digital

 
 No dia 25/06, os alunos da turma 202 -manhã tiveram uma aula conjunta com os professores Carlos Denizar de História e Kátia Regina de Filosofia. A aula que tinha como tema a Educação Ambiental ,  levou os alunos a pesquisarem sites e blogs com temas da E.A no laboratório de informática da escola Rio Caeté. Isso tudo, claro, com as devidas orientações dos professores e o acessoramento do prof. Mauro Almeida, que é responsável pelo laboratório no turno da manhã. 
Com a atividade os prof's aproveitaram o gosto dos alunos pela informática para despertá-los para as causas ambientalis e um melhor aproveitamento e uso do recurso internet em seu processo de aprendizagem. dentre os vários blogs encontrados e visitados temos de algumas pessoas famosas como da modelo brasileira Gisele  Bundchen
segue algumas sugestões.

www.ecoblogs.com.br  /  www.iniciativaverde.org.br  /  www.eco1.com.br  /  www.akatu.com.br

26 junho 2010

A Góoc é ECO!!!!

Goóc e Pelé unem-se pela preservação do Brasil
A Goóc tem agora como embaixador o rei Pelé, que vestiu a camisa da empresa em defesa do meio ambiente. Pelé ajudará na divulgação das ações do Projeto 2014, em que a Goóc busca tornar o Brasil referência mundial em sandálias de pneu reciclado.

Com a iniciativa, a marca pretende atingir a marca de 20 milhões de pares vendidos de Eco Sandals (Sandálias Ecológicas) até o final de 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo e assim garantir que os pneus inutilizados tornem-se produtos bonitos e úteis, deixando de agredir o meio ambiente.

Essa parceria entre Goóc e Pelé levará ainda, para todo o Brasil, a Campanha Retornável (Tenha uma Atitude 10!). Nessa campanha, os consumidores que levarem um par de sandálias de pneus Goóc usadas a um ponto de venda autorizado, irão ganhar uma ECOBAG na compra qualquer produto Goóc. Assim, a Goóc garante que seu produto também não vire lixo, mas retorne à cadeia produtiva. Todas as sandálias usadas serão recolhidas pela marca e levadas à fábrica, na Bahia para serem recicladas e tornarem-se novamente produtos úteis. É uma campanha inovadora no setor calçadista, pois traz o conceito de Retornável ao segmento. A borracha, por suas características, pode ser reciclada inúmeras vezes, ao contrário de outros materiais utilizados na fabricação de outros tipos de sandálias. Com isso, a Goóc renova o ciclo produtivo da Eco Sandal e garante uma produção sustentável.

A marca objetiva com essas ações promover o consumo consciente entre os brasileiros e levar a Atitude 10 para o mundo.

tenha uma Atitude 10!

05 junho 2010

Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia
    A importância desse dia tem precedentes. O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Porém, foi ainda no séc. XIX que um biólogo alemão, Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia. Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações. Se há assunto que consegue igualar todas as pessoas nesse planeta é a questão ambiental: o que acontece de um lado, para bem ou para mal, vai sempre afetar o outro! Nessa data, chefes de estado, secretários e ministros do meio ambiente fazem declarações e se comprometem a tomar conta da Terra. As mais sérias promessas têm sido feitas, que vão do be-a-bá ao estabelecimento de estruturas governamentais permanentes para lidar com gerenciamento ambiental e planejamento econômico, visando conseguir a vida sustentável no planeta. Podemos, cada um de nós, já fazer a nossa parte para a preservação das condições mínimas de vida na Terra, hoje e no futuro, ou seja, investir mais naquilo que temos de valioso, que é a nossa inteligência, para aprender a consumir menos o que precisamos economizar: os recursos naturais. E é sempre bom lembrar que o Brasil, identificado como um dos nove países-chave para a sustentabilidade do planeta, já é considerado uma superpotência ambiental!

24 abril 2010

Ab’Saber alerta para risco de entregar Amazônia a grupos internacionais

Clipping | 24/05/2005 | Autor: Graziela Santanna | Fonte: Agência Brasil


Brasília - O projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas, de autoria do governo, é criticado pelo geógrafo Aziz Ab’Saber neste terceiro trecho da entrevista concedida à Agência Brasil. Para ele, se aprovado como está, o texto permitirá a entrega de parte das florestas amazônicas a grupos internacionais, que não entendem de seu uso sustentado.
ABr: O que o senhor acha do projeto de gestão de florestas do governo?
Ab’Saber: Esse projeto é o maior escândalo em relação à inteligência brasileira de todos os tempos. Vai ser um crime histórico. Ele partiu do Ministério do Meio Ambiente, forçado por gente que era de organizações não-governamentais, as chamadas ONGs. Todas as ONGs estão dentro do ministério, com algumas das pessoas mais cretinas desse país. Então é evidente que o ministério não vai ter condições de fazer nada favorável à defesa da Amazônia e das florestas. É preciso saber que as pessoas, que estão ao lado de dona Marina Silva (ministra do Meio Ambiente), foram até a Suíça oferecer o gerenciamento de algumas Flonas, as Florestas Nacionais, para estrangeiros.
ABr: Por que isso será um "crime histórico"?
Ab’Saber:Tentando conciliar esse erro estúpido, de florestas para ONGs, partiu de dentro do ministério a idéia de propor, paralelamente, o aluguel das Flonas para empresas particulares, que podem ser brasileiras ou internacionais. Isso porque existe uma cláusula que diz que as pessoas que têm a concessão podem repassar, vender para outros. É uma situação grave, por falta de inteligência. Porque as Flonas foram preservadas no passado, como possíveis áreas de exploração sustentada. Mas acontece que mudou o quadro, agora todas as áreas foram perturbadas e sobraram as Flonas. Era hora de dar o direcionamento para utilizar as Flonas como reservas de biodiversidade intocáveis. E o governo não sabe mudar o ideário, em função da necessidade de defender a Amazônia.
Uma das coisas que me deixam indignado é aquela expressão, no projeto, que diz que as florestas serão concedidas para ONGs estrangeiras. Depois tem uma frase assim, bem curtinha, "desde que seja para um gerenciamento auto-sustentado". Como se as pessoas que estão na Suíça, na França, ou em qualquer parte da Europa Ocidental, tivessem capacidade para fazer um gerenciamento auto-sustentado de uma área que eles mal conhecem. E, ao mesmo tempo, eles vão achar que as Flonas alugadas vão ser trabalhadas de modo discreto, limitado, por 30 ou 60 anos. E o mais grave é isso, se as Flonas forem parar nas mãos de organizações, instituições, empresas estrangeiras, a discussão mais tarde, se houver governos mais inteligentes no futuro, sobre a retomada de áreas que foram contratadas rapidamente nesse fim de governo do presidente Lula, não poderá ser mais discutida em instituições jurídicas nacionais, terá que ser no foro internacional. Eu acho que o povo brasileiro tem que estar consciente de tudo isso que está acontecendo.
ABr: Quais são os riscos do manejo?
Ab’Saber:Basta lembrar que cada Flona dessa pode ter 2 mil ou 2,5 mil quilômetros quadrados, e que as madeiras que estarão disponíveis para o aluguel não se encontram agrupadas na borda da floresta. Então, para poder explorar essas árvores, que têm troncos de madeira nobre, é preciso levar primeiro os mateiros, gente simples que, para ganhar uma miséria, vai até o coração dessas Florestas Nacionais, buscar o lugar onde tenha uma árvore, duas ou três. Depois dos mateiros, entram os moto-serristas, os que levam a moto-serra pela trilha e fazem o corte. Depois, tem que organizar caminhos. E, como tem árvore que está a 200 metros da borda, outra a 5 quilômetros, outras a 7 quilômetros, já imaginou o que vai acontecer com essas florestas?

Questão hídrica: necessidade de estudos e soluções mais eficazes

Geógrafo, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, autor de diversas teorias e projetos inovadores na geografia brasileira, tendo recebido o Prêmio Santista e o Prêmio Almirante Álvaro Alberto, oferecido pelo CNPq, o prof. Aziz Ab'Saber demonstra grande preocupação com meio ambiente.
Em abril deste ano, Ab'Saber declarou que a frase mais triste que já ouviu ao longo de sua vida foi "Mãe, nós não temos mais nada nesse mundo". A frase foi proferida por uma criança para sua mãe, cujo barraco havia desmoronado após um temporal. À época, o professor afirmou que gostaria de repetir tal frase a FHC, ACM, Covas e outros políticos no poder. "As autoridades têm que aprender a complexidade do metabolismo urbano para dar uma solução à cidade", disse. Ab'Saber referia-se a conhecimentos básicos, como quantidades de lixo e esgoto produzidas pela população.
Antes de autoridades se darem conta, Ab'Saber já afirmava que despoluir o rio Tietê é uma grande utopia. "Não adianta querer limpar o rio, pois seus afluentes, pré-poluídos, continuarão nutrindo a insalubridade", afirmou.
Como os grandes geógrafos, Ab'Saber não consegue discorrer sobre a questão hídrica de forma isolada. Tudo no meio ambiente interage, e o papel que se joga no chão hoje, pode ser a gota d'água para inundar as cidades amanhã.
Com Ciência - O Brasil pode ser considerado um país rico em mananciais?
Ab'Saber
- O Brasil, por sua extensão territorial e sua posição predominantemente entre os trópicos, com "pequena grande" área subtropical, é um dos países mais beneficiados por rios perenes do mundo. Ainda assim, há uma área de cerca de 750 mil km2 - o nordeste seco -, em que as drenagens são intermitentes. Trata-se de uma região grande, cerca de três vezes o estado de São Paulo. Observado em seu conjunto, o Brasil tem riquezas de recursos hídricos importantíssimos, atingindo seu ápice na Amazônia.
CC- A Amazônia possui reservas de água gigantescas - o suficiente para abastecer 500 milhões de pessoas durante cem anos. Que condições favorecem essa riqueza de recursos?
Ab'Saber
- As precipitações dentro do território brasileiro são suficientes para garantir a perenidade de quase 7,5 milhões de espaços territoriais, sobretudo na Amazônia, onde as chuvas anuais variam entre 1600 e 3500 mm por quase 4 milhões de km2. Há regiões mais chuvosas, como Baixo-Amazonas e noroeste da Amazônia, e menos chuvosas, como a faixa transversal que vai de Roraima até as proximidades do Araguai. Mesmo assim, não houve impecilhos para se formar a floresta contínua, devido à colaboração do clima quente e úmido.
CC - Esse fenômeno não ocorre em regiões próximas à Amazônia, como nordeste seco e Brasil central. Quais as diferenças essenciais entre o cerrado (Brasil central) e a caatinga (nordeste seco)?
Ab'Saber
- As variedades climáticas em regiões próximas apresentam características próprias. O nordeste seco apresenta drenagens intermitentes sazonais e abertas ao mar e o Brasil central caracteriza-se por clima tropical com uma estação chuvosa e outra relativamente seca, mas rios perenes - essa é a grande diferença entre os domínios dos cerrados e o das caatingas. As médias anuais de chuva no cerrado chegam a ser de duas a três vezes mais que as da caatinga. Para comparar, a região que recebe menos chuva no nordeste seco possui média pluvial anual de 268mm, sendo 850mm o máximo registrado.
CC - Como se comportam as chuvas na região tropical atlântica?
Ab'Saber
- No Brasil tropical atlântico, que começa na faixa dos climas tropicais úmidos, na região costeira do nordeste, e vai se alargando na direção da Bahia, os rios são longos e muitas vezes nascem em climas secos e passam para o úmido. A partir do sul de Minas Gerais, essa área se interioriza muito, passando pelo Estado de São Paulo e do Paraná - viabilizando o clima subtropical e úmido deste estado e encerrando-se na porção oriental de Santa Catarina. Quando chega no planalto das araucárias, continua havendo chuva suficiente para manter cursos d'água importantes e perenes.
CC - O Sr. acha que, entre outros motivos, a riqueza hídrica da Amazônia é pólo de atração de interesses estrangeiros?
Ab'Saber
- Sim. Uma das razões por que existe grande interesse em fazer o Brasil perder sua soberania sobre a Amazônia é essa. Muitos países não têm mais recursos hídricos disponíveis e, não sei porquê, acham que poderiam transportar para suas terras as águas da Amazônia - o que implicaria um custo imenso.
CC - Mas se há tanta água no Brasil, por que estamos passando por problemas tão sérios, como o racionamento de água da cidade de São Paulo?
Ab'Saber
- Não basta verificar as condições de existência de águas em função da natureza climática e da perenidade das drenagens. O problema é mais sério. Trata-se da questão da distribuição de populações urbanas, indústrias, e espaços agrícolas mais importantes, que precisam de água natural e de água para realizar pivô para irrigação em terras mais secas, tornando-as produtivas. Essa distribuição anômala faz com que falte água em muitos lugares, sobretudo nas áreas metropolitanas. A grande São Paulo, por exemplo, tem cerca de 17 milhões de habitantes, enquanto Cuba e outros países têm por volta de 3 milhões. São Paulo, então, requereu, requer e requererá tanta água, que é difícil pensar em uma solução adequada.
CC - Por que o racionamento de água foi adotado? Quais os problemas que o Centro-Sul enfrenta que levaram a essa medida emergencial?
Ab'Saber
- As águas nessa região destinam-se a quatro campos: água potável, água para fins industriais, água para serviços e limpeza pública e água para atender ao período de estiagem - entre agosto e setembro. Em função da grandiosidade espacial da região metropolitana e da exeqüibilidade de recursos locais - cabeceiras e manaciais que são diversos, mas não muito importantes -, toda a região está ameaçada. São Paulo nasceu na cabeceira do rio Tietê, mas de repente a cidade estorou e até a Cantareira corre perigo, devido à má administração e ao mal gerenciamento da serra tombada. Pessoas ricas estão subindo de Mairiporã para a Cantareira, de forma a olhar para São Paulo como se fosse um belvedere. No entanto, a única vista que terão será a da poluição. O problema hídrico deixou de ser uma questão associada apenas às taxas de precipitações, mas ao balanço entre as precipitações e a quantidade de água necessária para manter a população metropolitana, as indústrias, os serviços etc. Assim, São Paulo vai buscar água em locais cada vez mais distantes. É o caso de águas em regiões além-Cantareira, como Campinas, que já precisam capturar recursos de Minas Gerais, pois as águas disponíveis nas regiões mais próximas já foram capturadas pela Grande São Paulo. De modo geral, as capturas de água foram feitas das aguadas da Cantareira e do Alto Rio Grande e nas cabeceiras dos rios Pinheiros e Tietê. Mas isso é insuficiente para atender às necessidades da metrópole. Estamos, portanto, em um impasse: temos que buscar água além da bacia de São Paulo, mas muitos casos exigem altos custos e energia para fazer a transposição de águas de terrenos mais baixos para a cidade.
CC - O Sr. disse certa vez que despoluir o rio Tietê é uma prática inviável. Por quê?
Ab'Saber
- As águas que são fundamentais para abastecimento são poluídas devido ao crescimento urbano caótico e envolvimento de algumas áreas de represamento de água que deveriam doar água permanentemente para São Paulo e, hoje, são poluídas antes de ser tratadas. O próprio tratamento tem muitos problemas - excesso de cloro e outras substâncias, principalmente no período em que as águas começam a secar - e a qualidade do recurso cai muito. Sendo os afluentes poluídos previamente, é impossível despoluir um rio como o Tietê.
CC - A situação de emergência em relação à poluição de recursos hídricos é uma questão apenas brasileira?
Ab'Saber
- Em algumas partes do mundo a situação é até pior. Em certas cidades da Europa ocidental, os chafarizes históricos tradicionais estão soltando águas com espuma. Mas se levarmos em conta o volume de espumas que sai do Tietê a partir do alto vale do Tietê até pouco depois da cidade de Salto, tem-se um dos maiores valores de poluição hídrica do mundo. São águas fora de qualquer possibilidade de uso. Isso ocorre porque a drenagem tropical é muito densa e tem muitos córregos que estão entremeados por vida urbana, favelas e bairros carentes etc, e recebem, então, uma carga poluente que desemboca nos rios Tietê e Pinheiros.
CC - Como São Paulo deve pensar o futuro para solucionar essa questão?
Ab'Saber
- A cidade deve pensar em muitas estratégias para resolver o problema. Água subterrânea é muito pouco. Serviria para um ou outro lugar na bacia de São Paulo, oferecendo poucos metros cúbicos por segundo de água. O lençol de água subterrânea mais importante hoje é o chamado lençol Guarani, mas esse lençol começa bem para dentro da depressão periférica, dirigindo-se à bacia do Paraná, ao oeste, o que é longe de São Paulo. Talvez algum dia haja uma idéia tecnocrática de fazer perfurações no lençol Guarani para trazer água a São Paulo sem grandes gastos de energia. A situação é altamente preocupante e pede estudos permanentes e soluções com hierarquia de prioridades.